Pandemia Coronavírus: Saiba como se prevenir da COVID-19 sem pânico

Pandemia Coronavírus: Saiba como se prevenir da COVID-19 sem pânico

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A pandemia do novo coronavírus é uma grande ameaça para a saúde. Ela já explodiu na Europa, deixando milhares de mortos, e está se espalhando rapidamente pelo Brasil.

Além disto o vírus já causou um estrago incalculável na economia mundial. 

A doença em si possui efeitos fracos na maioria das pessoas, cerca de 80%. Porém, a necessidade de internações e a forma rápida que o vírus se espalha, transforma qualquer sistema de saúde em um caos.

A maior arma da população até o momento é conter o vírus. É importante deixar claro desde o início que não há necessidade de pânico, porém, devemos levar a sério o que está acontecendo e nos cuidar.

Até o momento da escrita deste artigo, são cerca de 301 casos confirmados de coronavírus no Brasil, segundo o Ministério da Saúde.

Além disto, mais de 1.900 casos são suspeitos e estão sendo analisados, em 25 estados brasileiros e no Distrito Federal.

Hoje neste conteúdo iremos falar mais sobre esta doença que foi decretada como pandemia, e lhe mostrar como você pode fazer sua parte, se prevenindo e também colaborando com a saúde das outras pessoas.

Antes de continuarmos porém, é importante deixar claro que tanto o Ministério da Saúdequanto a própria Organização Mundial da Saúde, ainda estão realizando e avaliando pesquisas sobre a doença COVID-19.

Portanto, as informações trazidas aqui neste artigo são as mais atuais até o momento. Além disto, criaremos também posteriormente outros materiais informativos para lhe ajudar a se prevenir da doença.

Confira o que você verá aqui hoje:

Sem mais delongas, vamos ao que interessa.

O que é o coronavírus?

Pandemia Coronavírus

O coronavirus é uma grande família de vírus que pode causar doenças tanto em humanos como em animais. 

O novo agente do coronavírus foi descoberto em 31/12/19 após casos registrados na China, ele é responsável por causar a doença chamada de coronavírus (COVID-19).

Os primeiros coronavírus humanos foram isolados pela primeira vez em 1937. No entanto, foi em 1965 que o vírus foi descrito como coronavírus, em decorrência do perfil na microscopia, parecendo uma coroa.

A maioria das pessoas se infecta com os coronavírus comuns ao longo da vida, sendo as crianças pequenas mais propensas a se infectarem com o tipo mais comum do vírus. 

Os coronavírus mais comuns que infectam humanos são o alpha coronavírus 229E e NL63 e beta coronavírus OC43, HKU1.

Em humanos, sabe-se que vários coronavírus causam infecções respiratórias que variam do resfriado comum a doenças mais graves, como a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS) e a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS).

Os coronavírus são zoonóticos, o que significa que são transmitidos entre animais e pessoas.

Investigações detalhadas descobriram que o SARS-CoV foi transmitido de gatos da cidade para humanos e o MERS-CoV de camelos dromedários para humanos. 

Vários coronavírus conhecidos estão circulando em animais que ainda não infectaram humanos. 

Sinais comuns de infecção incluem sintomas respiratórios, febre, tosse, falta de ar e dificuldades respiratórias. 

Em casos mais graves, a infecção pode causar pneumonia, síndrome respiratória aguda grave, insuficiência renal e até morte.

As recomendações padrão para impedir a propagação da infecção incluem lavagem regular das mãos, cobertura de boca e nariz ao tossir e espirrar, cozinhar bem a carne e os ovos

Evite contato próximo com qualquer pessoa que apresente sintomas de doenças respiratórias, como tosse e espirros.

Infográfico sobre Formas de Prevenção contra o Coronavírus

O que é o COVID-19?

COVID-19 é a doença infecciosa causada pelo coronavírus descoberto mais recentemente. Este novo vírus e doença eram desconhecidos antes do início do surto em Wuhan, China, em dezembro de 2019.

Até este sábado (14) eram 121 casos confirmados do COVID-19 no Brasil, agora no momento em que escrevo este artigo, já são 301 casos.

São Paulo é o estado com o maior número de casos confirmados, com 136 até o momento.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que vivemos uma pandemia do novo coronavírus, chamado de Sars-Cov-2

Segundo Tedros Ghebreyesus, diretor geral da OMS: 

“Nas últimas duas semanas, o número de casos de Covid-19 [doença provocada pelo vírus] fora da China aumentou 13 vezes e a quantidade de países afetados triplicou. Temos mais de 118 mil infecções em 114 nações, sendo que 4.291 pessoas morreram”.

A definição de pandemia não depende de um número específico de casos, é considerado uma pandemia quando uma doença infecciosa afeta um grande número de pessoas espalhadas pelo mundo. 

A OMS evita usar o termo com frequência para não causar pânico ou uma sensação de que nada pode ser feito para controlar a enfermidade.

Este anúncio serve apenas como um alerta para que todos os países, sem exceção, adotem ações para conter a disseminação do problema e para cuidar dos pacientes adequadamente.

Segundo a OMS, há uma preocupação com os níveis de disseminação e com a inatividade de certos países. 

No Brasil, o Ministério da Saúde vem anunciando diferentes medidas para intensificar a vigilância, o diagnóstico e o tratamento do novo coronavírus, como por exemplo: 

  • Postos de saúde abertos por mais tempo
  • Exames que detectam a presença do Sars-Cov-2 ampliados para mais indivíduos
  • Campanha de vacinação contra gripe antecipada, etc.

Entenda a seguir mais detalhadamente, os sintomas do coronavírus.

Quais são os sintomas do coronavírus?

Pandemia Coronavírus

Os sintomas mais comuns do COVID-19 são:

  • febre, 
  • cansaço e 
  • tosse seca. 

Alguns pacientes podem ter dores, congestão nasal, corrimento nasal, dor de garganta ou diarreia

Esses sintomas geralmente são leves e começam gradualmente. 

Algumas pessoas são infectadas, mas não desenvolvem sintomas e não se sentem mal. 

A maioria das pessoas (cerca de 80%) se recupera da doença sem precisar de tratamento especial. 

Cerca de 1 em cada 6 pessoas que recebe COVID-19 fica gravemente doente e desenvolve dificuldade em respirar. 

O período de incubação, tempo que leva para os primeiros sintomas aparecerem desde a infecção por coronavírus, pode ser de 2 a 14 dias.

Como o coronavírus é transmitido?

As investigações sobre as formas de transmissão do coronavírus ainda estão em andamento, mas a disseminação de pessoa para pessoa, ou seja, a contaminação por gotículas respiratórias ou contato, está ocorrendo.

Qualquer pessoa que tenha contato próximo, em torno de um metro (1m), com alguém com sintomas respiratórios está em risco de ser exposta à infecção.

É importante observar que a disseminação de pessoa para pessoa pode ocorrer de forma continuada. 

Alguns vírus são altamente contagiosos, o sarampo por exemplo, enquanto outros são menos.

Ainda não está claro com que facilidade o coronavírus se espalha de pessoa para pessoa.

Apesar disso, a transmissão dos coronavírus costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como:

  • gotículas de saliva
  • espirro
  • tosse
  • catarro
  • contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão
  • contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.

Os coronavírus apresentam uma transmissão menos intensa que o vírus da gripe.

Dados preliminares do coronavírus (SARS-CoV-2) sugerem que a transmissão possa ocorrer mesmo sem o aparecimento de sinais e sintomas.

Até o momento, não há informações suficientes de quantos dias anteriores ao início dos sinais e sintomas uma pessoa infectada passa a transmitir o vírus.

De uma forma geral, a transmissão viral ocorre apenas enquanto persistirem os sintomas.

É possível a transmissão viral após a resolução dos sintomas, mas a duração do período de transmissibilidade é desconhecido para o coronavírus. 

Durante o período de incubação e casos assintomáticos não são contagiosos.

As pessoas idosas e as que têm problemas médicos subjacentes, como pressão alta, problemas cardíacos ou diabetes, têm maior probabilidade de desenvolver doenças graves.

Pessoas com febre, tosse e dificuldade em respirar devem procurar atendimento médico.

Contaminação

As pessoas podem pegar o COVID-19 de outras pessoas que têm o vírus. 

Como já mencionado anteriormente, a doença pode se espalhar de pessoa para pessoa através de pequenas gotículas do nariz ou da boca que se espalham quando uma pessoa com COVID-19 tosse ou exala. 

Essas gotículas pousam em objetos e superfícies ao redor da pessoa. 

Outras pessoas pegam o COVID-19 tocando esses objetos ou superfícies e depois tocando nos olhos, nariz ou boca

As pessoas também podem pegar COVID-19 se respirarem gotículas de uma pessoa com COVID-19 que tosse ou exala gotículas. 

É por isso que é importante ficar a mais de 1 metro de uma pessoa doente.

A OMS está avaliando pesquisas em andamento sobre a maneira como o COVID-19 é disseminado e continuará a compartilhar descobertas atualizadas.

O risco dependerá da região em que você estiver e, se existe um surto de COVID-19 nela. Para a maioria das pessoas na maioria dos locais, o risco de pegar o COVID-19 ainda é baixo.

No entanto, agora existem lugares em todo o mundo (cidades ou áreas) onde a doença está se espalhando. Para pessoas que moram ou visitam essas áreas, o risco de pegar o COVID-19 é maior. 

Governos e autoridades de saúde estão tomando medidas vigorosas toda vez que um novo caso de COVID-19 é identificado. 

Certifique-se de cumprir todas as restrições locais sobre viagens, movimento ou grandes reuniões. A cooperação com os esforços de controle de doenças reduzirá o risco de pegar ou espalhar o COVID-19.

Os surtos de COVID-19 podem ser contidos e a transmissão interrompida, como foi mostrado na China e em alguns outros países. 

Infelizmente, novos surtos podem surgir rapidamente. É importante estar ciente da situação na região em que você está ou pretende ir.

Cuide-se! Porém, nada de pânico

A doença devido à infecção por COVID-19 é geralmente leve, especialmente para crianças e adultos jovens. 

No entanto, pode causar doenças graves: cerca de 1 em cada 6 pessoas que a pegam precisa de cuidados hospitalares. 

Portanto, é bastante normal que as pessoas se preocupem com o impacto do surto de COVID-19 sobre elas e seus entes queridos.

Podemos canalizar nossas preocupações em ações para proteger a nós mesmos, nossos familiares e nossas comunidades. 

Em primeiro lugar, entre essas ações está a lavagem regular e completa das mãos e a boa higiene respiratória

Em segundo lugar, mantenha-se informado e siga os conselhos das autoridades locais de saúde, incluindo quaisquer restrições impostas a viagens, movimentação e reuniões.

Enquanto ainda estamos aprendendo sobre como o COVID-2019 afeta pessoas, idosos e pessoas com condições médicas pré-existentes (como pressão alta, doenças cardíacas, doenças pulmonares, câncer ou diabetes) parecem desenvolver doenças graves com mais frequência do que outros.

Contaminação do coronavírus através de animais

Os coronavírus são uma grande família de vírus comuns em animais

Ocasionalmente, as pessoas são infectadas com esses vírus, que podem se espalhar para outras pessoas. 

Por exemplo, o SARS-CoV foi associado a gatos civeta e o MERS-CoV é transmitido por camelos dromedários

Embora tenha havido um caso de um cachorro infectado em Hong Kong, até o momento, não há evidências de que um cachorro, gato ou qualquer animal de estimação possa transmitir o COVID-19.

O COVID-19 se espalha principalmente por gotículas produzidas quando uma pessoa infectada tosse, espirra ou fala

Para se proteger, como ao visitar mercados de animais vivos, evite o contato direto com animais e superfícies em contato com animais. 

Garanta sempre boas práticas de segurança alimentar. Manuseie carne crua, leite ou órgãos de animais com cuidado para evitar a contaminação de alimentos não cozidos e o consumo de produtos de animais crus ou mal cozidos.

Como diferenciar o novo coronavírus da gripe?

Por terem sintomas similares, problemas respiratórios como a gripe podem ser confundidos com o coronavírus.

A melhor forma para distinguir ambas doenças até o momento, é através do diagnóstico, onde é levado em consideração se o indivíduo com esses sintomas visitou uma região onde há transmissão intensa do coronavírus 14 dias antes de os sintomas surgirem.

Ou também, se a pessoa entrou em contato com algum caso suspeito ou confirmado de COVID-19. Caso contrário, entende-se que é mais provável que o paciente esteja sofrendo com uma gripe.

Estando com a doença COVID-19 ou não, é bom lembrar que as infecções respiratórias tendem a se espalhar com facilidade e são mais perigosas para idosos, pacientes com doenças crônicas e indivíduos com o sistema imunológico abalado.

Outro ponto que devemos salientar é que ainda estamos em uma época mais quente do ano, assim que entrarmos em períodos mais frios, é comum que mais vírus respiratórios circulem

Por isto é importante adotar desde já medidas de prevenção contra o novo coronavírus, se cada um fizer sua parte desde agora, mais cedo poderemos conter o avanço do vírus.

Entenda a seguir porque o coronavírus é mais perigoso em idosos ou pessoas com o sistema imunológico abalado.

Quem está mais vulnerável ao coronavírus?

Pandemia Coronavírus

Segundo estudos, o coronavírus e seus sintomas mais graves surgem especialmente em pessoas mais velhas e que tenham alguma doença crônica.

Entre estas doenças crônicas estão: 

 

  • Diabetes
  • Doenças cardiovasculares
  • Males digestivos
  • Males respiratórios e
  • Câncer

 

Isso acontece porque o envelhecimento e/ou essas enfermidades tendem a diminuir a imunidade da pessoa contra infecções em geral.

Com o avanço do novo coronavírus no Brasil, o Ministério da Saúde anunciou recomendações que as autoridades e a população em geral devem adotar de agora em diante.

Entre estas recomendações está o isolamento domiciliar de todo viajante internacional que retornar ao Brasil e o cancelamento ou adiamento de grandes eventos.

O objetivo é evitar um crescimento acelerado no ritmo de casos confirmados, que já somam 200 casos até o momento.

Sobre as pessoas que estão voltando de uma viagem internacional, a orientação é passar sete dias isolado em casa e atentar para os sintomas da COVID-19, doença provocada pelo Sars-Cov-2.

Outras recomendações gerais do governo são:

  • Colocação de equipamentos com álcool em gel em serviços públicos e privados. Toalhas de papel também devem estar disponíveis
  • Aumento na frequência de limpeza de locais onde muita gente coloca as mãos corriqueiramente. Exemplos: maçanetas e corrimãos
  • Evitar grandes aglomerações
  • Higiene redobrada, lavando as mãos com regularidade, passando álcool em gel, evitando apertos de mãos, abraços, etc

Existem também recomendações específicas para casos de transmissão sustentada, que é quando não foi possível rastrear o caminho do vírus até o paciente. 

Para estes casos, o Ministério da Saúde recomenda que:

  • Pacientes com doenças crônicas peçam receitas de remédios com maior validade para irem aos postos de saúde com menos constância
  • Priorizem o atendimento e a testagem de indivíduos com síndrome respiratória aguda grave (SRAG)
  • Sejam cancelados ou adiados eventos pontuais em locais fechados com mais de 100 pessoas

Entenda a seguir mais detalhadamente como prevenir o coronavírus.

Como prevenir o coronavírus?

O Ministério da Saúde orienta cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o coronavírus. Entre as medidas estão:

  • Lavar as mãos frequentemente com água e sabonete por pelo menos 20 segundos, respeitando os 5 momentos de higienização. Se não houver água e sabonete, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool
  • Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas
  • Evitar contato próximo com pessoas doentes
  • Ficar em casa quando estiver doente
  • Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo
  • Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com freqüência

Profissionais de saúde devem utilizar medidas de precaução padrão, de contato e de gotículas (mascára cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção).

Para a realização de procedimentos que gerem aerossolização de secreções respiratórias como intubação, aspiração de vias aéreas ou indução de escarro, deverá ser utilizado precaução por aerossóis, com uso de máscara N95.

Infográfico sobre Formas de Prevenção contra o Coronavírus

Máscaras servem para proteção contra o novo coronavírus?

A recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) é que somente as pessoas que estão doentes usem máscaras.

A recomendação para quem usa a máscara é usá-la bem justa ao rosto, sem vãos laterais que permitam a circulação de gotículas que possam estar contaminadas.

  • Se está saudável, só deve usar a máscara se estiver cuidando de alguém que tenha suspeita de coronavírus
  • Use a máscara se estiver tossindo ou com nariz escorrendo
  • A máscara só é eficiente se combinada com a frequente higiene das mãos, seja lavando com água e sabão ou utilizando álcool

É importante também saber como utilizar a máscara de maneira correta, para isto, confira as indicações da Organização Mundial da Saúde:

  • Antes de colocar a máscara, higienize as mãos com álcool ou água e sabão
  • Cubra a boca e o nariz ao tossir e se certifique que não há buracos entre a máscara e a pele
  • Evite tocar a máscara enquanto estiver a utilizando. Caso a toque, higienize as mãos
  • Substitua a mascará sempre que ela estiver úmida
  • Nunca a reutilize
  • Sempre remova a máscara puxando a parte traseira , nunca toque a parte que fica em contato com a boca e o nariz. Se o fizer, higienize as mãos

O que as empresas podem fazer para ajudar a prevenir o coronavírus?

O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, segundo informação divulgada no site saude.abril.com.br, relatou que: 

“Se reduzirmos em 50% o trânsito de pessoas, conseguiríamos controlar a epidemia”. 

Algumas medidas são:

  • Estímulo das empresas a trabalho remoto e reuniões virtuais. Isso impede tanto o contato no ambiente corporativo como diminui o uso de transporte público, onde há aglomeração de pessoas
  • As firmas ainda precisariam fomentar horários alternativos e escalas de trabalho. Instituições de ensino devem considerar a antecipação das férias. A prefeitura do Rio de Janeiro suspendeu as aulas nas escolas municipais por uma semana
  • Elas também têm que valorizar ferramentas de ensino a distância para não afetarem tanto o calendário escolar
  • Pessoas em geral devem evitar horários de pico de diferentes serviços. Isso vale para as compras em supermercados

Como é feito o tratamento do coronavírus?

Não existe tratamento específico para infecções causadas por coronavírus humano. 

No caso do coronavírus é indicado repouso e consumo de bastante água, além de algumas medidas adotadas para aliviar os sintomas, conforme cada caso, como, por exemplo:

  • Uso de medicamento para dor e febre (antitérmicos e analgésicos)
  • Uso de umidificador no quarto ou tomar banho quente para auxiliar no alívio da dor de garanta e tosse

Assim que os primeiros sintomas surgirem, é fundamental procurar ajuda médica imediata para confirmar diagnóstico e iniciar o tratamento.

Todos os pacientes que receberem alta durante os primeiros 07 dias do início do quadro (qualquer sintoma independente de febre), devem ser alertados para a possibilidade de piora tardia do quadro clínico e sinais de alerta de complicações como: 

  • Aparecimento de febre (podendo haver casos iniciais sem febre)
  • Elevação ou reaparecimento de febre ou sinais respiratórios
  • Taquicardia (aumento dos batimentos cardíacos)
  • Dor pleurítica (dor no peito) 
  • Fadiga (cansaço)
  • Dispneia (falta de ar) 

Se você viajou para regiões onde há vários casos confirmados nos últimos 14 dias e ficou doente com febre, tosse ou dificuldade de respirar, deve procurar atendimento médico imediatamente e informar detalhadamente o histórico de viagem recente e seus sintomas.

Como é feito o diagnóstico do coronavírus?

O diagnóstico do coronavírus é feito com a coleta de materiais respiratórios (aspiração de vias aéreas ou indução de escarro). É necessária a coleta de duas amostras na suspeita do coronavírus.

As duas amostras serão encaminhadas com urgência para o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen).

Uma das amostras será enviada ao Centro Nacional de Influenza (NIC) e outra amostra será enviada para análise de metagenômica.

Para confirmar a doença é necessário realizar exames de biologia molecular que detecte o RNA viral. O diagnóstico do coronavírus é feito com a coleta de amostra, que está indicada sempre que ocorrer a identificação de caso suspeito. 

Orienta-se a coleta de aspirado de nasofaringe (ANF) ou swabs combinado (nasal/oral) ou também amostra de secreção respiratória inferior (escarro ou lavado traqueal ou lavado bronca alveolar).

Os casos graves devem ser encaminhados a um Hospital de Referência para isolamento e tratamento. Os casos leves devem ser acompanhados pela Atenção Primária em Saúde (APS) e instituídas medidas de precaução domiciliar.

Quais hospitais podem receber paciente com coronavírus?

Para um correto manejo clínico desde o contato inicial com os serviços de saúde, é preciso considerar e diferenciar cada caso.

Os casos graves devem ser encaminhados a um Hospital de Referência estadual para isolamento e tratamento.

Os casos suspeitos leves podem não necessitar de hospitalização, sendo acompanhados pela Atenção Primária e instituídas medidas de precaução domiciliar. Porém, é necessário avaliar cada caso.

No site saude.gov.br você confere uma lista de hospitais que prestam atendimento. Você também encontra lá a lista de Unidades de Básicas de Saúde que prestam atendimento em cada município.

A Doctor estará acompanhando as atualizações e novidades sobre o coronavírus, principalmente as que forem divulgadas pela OMS e pelo Ministério da Saúde.

Desta forma este conteúdo poderá ser atualizado nos próximos dias. 

Ademais, como você pode ver através destas informações que trouxemos aqui, não é preciso entrar em pânico sobre o coronavírus.

Mas, é preciso levarmos este assunto a sério, tomarmos todas as medidas para prevenirmos a doença e, também, pensar no próximo. 

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