05 Doenças mais Comuns no Verão e o Papel do Farmacêutico no Combate a elas

05 Doenças mais Comuns no Verão e o Papel do Farmacêutico no Combate a elas

Cadastre-se gratuitamente em nossa lista de leitores e seja notificado com exclusividade a cada novo post ou material publicado.

Ano após ano as doenças estão presentes na vida do ser humano, entre elas as doenças mais comuns no verão.

Esta é uma realidade e não temos como evitar. 

Mas o que podemos fazer é nos prevenir. Tomar todas as medidas necessárias para que não sejamos infectado por nenhum vírus ou bactéria.

Você já parou para pensar porque algumas doenças são mais comuns no verão? Assim como em outras épocas do ano, existem outras doenças.

Claro que tudo tem relação com o clima, o calor do verão, o frio do inverno. 

Mas também há uma forte relação com os hábitos e o comportamento de cada um de nós. 

Eu vou te mostrar todos estes detalhes neste artigo, vou revelar para você porque algumas doenças são mais comuns no verão e o que fazer para evitá-las. 

Além disto todos os dias os profissionais farmacêuticos estão na luta para nos ajudar a combater tais doenças.

Se você é um destes profissionais, com toda certeza sabe do seu importante papel para a sociedade. 

Por isto resolvemos reforçar aqui também a importância do profissional farmacêutico no combate às doenças mais comuns no verão.

Fique conosco até o final e confira tudo isto.

Quais são as 5 doenças mais comuns no verão?

  • Dengue
  • Conjuntivite
  • Desidratação
  • Insolação
  • Arboviroses

Estas são as doenças mais comuns no verão.

A seguir você entenderá porque cada uma delas está nesta lista, vamos fazer sobre o que é cada uma destas doenças e o que fazer para você ficar protegido.

Todas estas doenças acontecem com mais frequência no verão por motivos não só relacionados ao clima. 

Mas também porque em cada estação do ano as pessoas se comportam de maneira diferente e possuem hábitos diferentes, e isto nos leva a contrair diferentes tipos de doenças se não tomarmos cuidado.

No inverno por exemplo, devido ao frio, a tendência é passarmos mais tempo em ambientes fechados e muitas vezes com outras pessoas junto.

E isto gera uma série de doenças e contaminação por vírus que se encontram no ar daquele mesmo ambiente.

Já no verão acontece o contrário, normalmente preferimos o ar livre por se tratar da época do ano em que mais faz calor. 

Porém compartilhamos de lugares como piscina, banho de mar, entre outros. 

E isto também pode ocasionar contaminações e resultar em uma série de doenças para cada um de nós.

O profissional farmacêutico trabalha diariamente ajudando as pessoas a se orientarem com relação a estas doenças. 

Além disto atuam no estudo, descoberta e fabricação de medicamentos que irão nos ajudar a combater os vírus e as bactérias indesejáveis em nosso organismo.

Falar sobre o papel deste profissional é também reforçar o fato de que as pessoas devem buscar orientação de um especialista em caso de dúvidas. 

Sabemos que muitas pessoas gostam de se automedicar ou ignoram o fato de que podem ter contraído uma doença grave. 

É por isto que quanto mais informação relevante que venha a alertar as pessoas e auxiliá-las, melhor.

Descubra agora detalhadamente um pouco mais sobre cada uma destas 5 doenças mais comuns no verão.

A dengue

Dengue - xô mosquito - Doenças mais comuns no verão

A Dengue é uma doença febril grave causada pela picada da fêmea do Aedes aegypti, um mosquito diurno que se multiplica em depósitos de água parada acumulada nos quintais e dentro das casas.

Em alguns casos, a ausência de sintomas faz com que a doença passe despercebida.

Mas também pode acontecer de ocorrer complicações graves que podem levar o paciente a óbito. 

Podemos classificar a dengue em três categorias diferentes: clássica, hemorrágica e com complicações.

O vírus da dengue possui 4 variações, que são conhecidas como: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4

É importante dizer que mesmo com tipos diferentes de dengue, todas elas causam os mesmos sintomas, ainda que o paciente possa não apresentá-los.

Caso ocorra um segundo ou terceiro episódio da dengue, há risco aumentado para formas mais graves da dengue, como a dengue hemorrágica e síndrome do choque da dengue.

Na maioria dos casos, a pessoa infectada não apresenta sintomas de dengue, combatendo o vírus sem nem saber que ele está em seu corpo.

 

Para aqueles que apresentam os sinais, os tipos de dengue podem se manifestar clinicamente de três formas, três diferentes categorias.

Conheça cada uma delas de forma mais detalhada a seguir.

Dengue clássica

A dengue clássica é a forma mais leve da doença, sendo muitas vezes confundida com a gripe por apresentar sintomas parecidos. 

Tem início súbito e os sintomas podem durar de cinco a sete dias, apresentando sinais como:

  • Febre alta (39° a 40°C)
  • Dor de cabeça
  • Cansaço
  • Dores musculares e nas articulações
  • Indisposição
  • Enjoos
  • Vômitos, entre outros.

Dengue hemorrágica

A dengue hemorrágica ocorre quando a pessoa infectada com a dengue sofre alterações na coagulação sanguínea

Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.

É mais comum acontecer a dengue hemorrágica quando o paciente já está sendo infectado pela segunda, ou terceira vez.

Os sintomas iniciais são parecidos com os da dengue clássica, e somente após o terceiro ou quarto dia surgem hemorragias causadas pelo sangramento de pequenos vasos da pele e outros órgãos.

O paciente que está com dengue hemorrágica poderá ter quedas na pressão arterial, e isto poderá gerar também tonturas e até mesmo perda de equilíbrio.

Neste tipo de dengue a duração da febre pode ser mais curta, encerrando pelo terceiro ou quarto dia, e então surgem hemorragias em função do sangramento dos pequenos vasos na pele e nos órgãos internos.

Quando acaba a febre, começam a surgir os sinais de alerta:

  • Excesso de sede e boca seca
  • Confusão mental
  • Dificuldade respiratória
  • Queda da pressão arterial: Pulso rápido
  • Manchas vermelhas na pele
  • Dores abdominais fortes e contínuas
  • Vômitos persistentes
  • Pele pálida, fria e úmida
  • Sangramento pelo nariz, boca e gengivas
  • Comportamento variando de sonolência até a agitação

Na dengue hemorrágica, o quadro clínico se agrava rapidamente, apresentando sinais de insuficiência circulatória. 

A baixa circulação sanguínea pode levar a pessoa a um estado de choque. 

Alguns sinais podem alertar se o paciente estiver próximo a um estado de choque, como por exemplo as dores abdominais persistentes e fortes, a mudança na temperatura do corpo com suor excessivo, comportamento oscilando entre sonolência e agitação, entre outros.

Síndrome do choque da dengue

A síndrome de choque da dengue é a complicação mais séria desta doença, se caracterizando por uma grande queda ou ausência de pressão arterial, acompanhado de inquietação, palidez e perda de consciência.

Uma pessoa que sofreu choque por conta da dengue pode sofrer várias complicações neurológicas e cardiorrespiratórias.

Além disto ainda poderá ter insuficiência hepática, hemorragia digestiva e derrame pleural. 

A síndrome de choque da dengue não tratada pode levar o paciente a óbito

A seguir veja como você poderá agir caso seja contaminado com o vírus da dengue, qual o tipo de tratamento para a dengue e também quais são os medicamentos que você pode, e os que não pode consumir.

Tratamento contra a dengue

Até onde se sabe não existe um tratamento específico contra o vírus da dengue que possa matá-lo ou curar. 

Faz-se apenas o uso medicamentos para os sintomas da doença, neste caso o único tratamento possível é sintomático.

O recomendado em caso de desidratação é que você procure tomar bastante água. 

Em caso de dores e febre, pode ser receitado algum medicamento antitérmico, como o paracetamol ou dipirona.

Nos casos mais graves pode ter a necessidade de internação da pessoa contaminada com o vírus da dengue, para realizar uma hidratação endovenosa. 

Além disto o paciente poderá ter que passar também por terapias intensivas.

Medicamentos contraindicados para dengue

Se você ou alguém está com o vírus da dengue, precisa prestar atenção em alguns medicamentos que você não deve jamais ingerir.

São eles: 

  • Medicamentos a base de ácido acetilsalicílico (aspirina): estes medicamentos possuem efeito anticoagulante e podem causar sangramentos.
  • Anti-inflamatórios não hormonais (diclofenaco, ibuprofeno, etc): estes também podem acabar aumentando o risco de sangramentos, por isto devem ser evitados. 

Entenda o papel do profissional farmacêutico contra a dengue

Além de atuar na descoberta de medicamentos, no estudo dos vírus para descobrir medidas para combatê-lo, o profissional farmacêutico também atua com um papel importantíssimo de manter as pessoas sempre muito bem informadas. 

É um profissional chave na educação e orientação da população.

Profissionais farmacêuticos que atuam em farmácias ou drogarias devem assumir a responsabilidade de orientar e alertar as pessoas com relação a dengue, seus sintomas e tratamentos. 

Também é de grande importância alertar as pessoas sobre as formas de combater a propagação do mosquito transmissor do vírus.

A conjuntivite

Conjuntivite, doença também muito comum no verão, é a inflamação da conjuntiva.

Uma membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular (o branco dos olhos) e o interior das pálpebras. 

Em geral, ataca os dois olhos, pode durar de uma semana até 15 dias e não costuma deixar sequelas.

A conjuntivite pode ser separada em três tipos distintos:

  • Infecciosa
  • Conjuntivite viral
  • Conjuntivite bacteriana

Na conjuntivite infecciosa o paciente pode transmitir a doença para outras pessoas que estiverem no mesmo ambiente.

A contaminação acontece pelo ar ou então entrando em contato com o local. 

Já a conjuntivite viral é transmitida por um vírus conhecido como adenovírus.

Diferente do que muitos pensam, esse tipo de conjuntivite não é transmitido pelo ar, mas sim pelo contato com as secreções oculares e também através de tosse e espirro do paciente infectado.

Por fim temos a conjuntivite bacteriana, esta que não é tão comum como as outras, porém pode ser a mais perigosa.

É uma doença comum no verão principalmente em crianças e é transmitida através do contato pessoal com a bactéria.

Portanto, se a pessoa encostar nos olhos ou em algum local contaminado, ela possivelmente será infectada.

Outras formas de propagação e contágio são: 

  • Piscina 
  • Exposição prolongada ao sol
  • Sauna
  • Ar condicionado
  • Exposição a aglomerados de pessoas 
  • Poeira

Sintomas da conjuntivite

A característica mais marcante da conjuntivite é a vermelhidão nos olhos

Além disso, ela pode apresentar outros sintomas. Confira alguns deles:

  • Coceira
  • Fotofobia (dor ao olhar para a luz)
  • Visão borrada
  • Pálpebras grudadas ao acordar
  • Vermelhidão nos olhos
  • Sensação de areia ou de ciscos nos olhos
  • Olhos lacrimejantes
  • Pálpebras inchadas
  • Secreção purulenta (conjuntivite bacteriana)
  • Secreção esbranquiçada (conjuntivite viral)

Tratamento para conjuntivite

Não existem medicamentos específicos para combater a conjuntivite, por isto o tratamento foca em amenizar os sintomas.

O tratamento inclui a indicação de colírios antibióticos, que devem ser prescritos por um médico.

Lembrando que alguns colírios são altamente contra-indicados, pois podem provocar sérias complicações e até mesmo agravar o quadro.

Por isto busque sempre a orientação de um profissional como por exemplo os farmacêuticos.

O farmacêutico como você já sabe tem papel muito importante em orientar a população sobre as formas de contaminação, tratamentos e prevenção.

 

Além disto ele pode orientar ao uso dos medicamentos para tratamento da conjuntivite, zelando pela saúde e bem-estar do cliente.

O inchaço nos olhos pode ser amenizado com compressas mornas. 

O tempo de duração da conjuntivite depende o agente etiológico, poderá variar entre 10 a 14 dias.

Na conjuntivite bacteriana porém, quando se inicia o uso do antibiótico os sintomas geralmente desaparecem já em alguns dias.

Assim é possível voltar às atividades diárias depois desse tempo, sem que exista risco de passar a infecção para outra pessoa.

A desidratação

Desidratação é uma doença potencialmente grave, além da baixa concentração de água no corpo da pessoa ela também é caracterizada pela falta de sais minerais líquidos. 

Isto acaba impedindo que o corpo realize suas funções normalmente.

Esta doença afeta pessoas em todas as idades, mas é mais perigosa quando em crianças e recém-nascidos. 

Também pode ser muito perigosa para os idosos.

A desidratação ocorre se a água eliminada pelo organismo através da respiração, suor, urina, fezes e lágrimas, não for reposta adequadamente. 

Isso pode acontecer quando a ingestão de líquidos é insuficiente, mas não só por isto. 

A desidratação também acontece devido a: 

  • Quadros de vômitos
  • Diarreias e febre
  • Dias de calor excessivo
  • Por causa do diabetes, etc

Entre os sintomas de desidratação, podemos dizer que existem os mais leves e os mais graves. 

O que determina também a gravidade da doença. 

Nos casos de desidratação leve, pode acontecer do paciente sentir a boca seca ou pegajosa, cansaço e sonolência, sede, dor de cabeça, tonturas, etc. 

Mas já em casos mais agressivos, a pessoa poderá ter pressão arterial baixa, batimentos cardíacos acelerados, febre, inconsciência, etc.

Tratamento para desidratação

Para recém-nascidos uma das indicações cruciais no combate a desidratação é o leite materno.

Em outros casos independentemente da idade você poderá combater a desidratação leve bebendo bastante água filtrada ou fervida, com goles pequenos e intervalos curtos.

É importante também procurar ficar em um ambiente com temperatura equilibrada, evitando lugares quentes para não ter a perda de água através de suor.

Já em casos mais graves de desidratação, deverá ser realizado um processo de reidratação através de soro oral. 

O paciente pode encontrar ajuda em postos de saúde e também em farmácias.

O soro pode também ser preparado em casa, consulte um profissional farmacêutico para saber mais.

Nos casos de desidratação decorrente de febre, os medicamentos antitérmicos podem ajudar a controlar a temperatura. 

Os medicamentos que podem ser usados são:

  • Dipirona
  • Novalgina
  • Conmel
  • Cetoprofeno
  • Ibupril
  • Advil
  • Paracetamol.

Insolação

A insolação é uma condição séria e fatal causada pelo excesso de exposição ao sol e ao calor intenso. 

Por isto explica-se o motivo dela estar entre uma das doenças mais comuns no verão. 

Normalmente esta doença acontece quando a temperatura do corpo ultrapassa 40ºC, então nosso mecanismo de transpiração acaba falhando e o nosso corpo não consegue resfriar. 

Com a insolação o corpo também perde água e nutrientes importantes. 

Se o paciente apresentar um quadro de insolação, saiba que este é considerado emergencial, por isto o tratamento e/ou auxílio de um profissional deve ser buscado imediatamente.

A insolação quando não tratada rapidamente poderá trazer danos ao cérebro, coração, rins e músculos.

Para você evitar a insolação, procure: 

  • Usar bastante protetor solar ao ficar exposto ao sol, como na praia por exemplo
  • Beber bastante água e evitar ficar muito tempo exposto ao praticar determinadas atividades
  • Não utilizar roupas em excesso em dias quentes ou quando você estiver exposto ao sol

Alguns sintomas comuns de quando uma pessoa está com insolação são: 

  • Cefaleia (dor de cabeça)
  • Tonturas
  • Náuseas
  • Pele quente e seca (sem suor), às vezes avermelhada
  • Pulso rápido
  • Temperatura corporal elevada
  • Distúrbios visuais
  • Fraqueza muscular
  • Confusão

Existem casos em que o paciente também pode vir a ter convulsões. 

Confira a seguir o tratamento para a insolação. 

Tratamento para insolação

O tratamento da insolação consiste em reduzir a temperatura corporal da pessoa e hidratar bastante o organismo. 

Os profissionais de saúde como os farmacêuticos por exemplo, podem oferecer água e manter a pessoa em um lugar fresco, com sombra e ventilação, ajudando na recuperação. 

Dependendo do caso, pode ser necessária hidratação venosa. 

Recomenda-se também que se o paciente estiver com muita roupa no corpo, deixe-o apenas com peças leves para que o corpo consiga reagir.

Os profissionais da saúde como médicos e farmacêuticos podem recomendar em alguns casos, ou até mesmo fazer, compressas de água fria e colocar panos molhados para ajudar a baixar a temperatura corporal.

Melhores cremes e pomadas para queimadura solar

Encontramos uma lista com algumas recomendações de cremes e pomadas para você aplicar em caso de queimaduras do sol. 

Lembrando que a Doctor não tem como objetivo fazer propaganda e/ou promover de marcas de medicamentos, tudo o que trazemos para você são resultados de pesquisas e tem como objetivo apenas lhe deixar melhor informado

Confira a lista a seguir: 

  • Caladryl, loção hidratante que se compra na farmácia ou drogaria
  • Bepantol para as áreas mais vermelhas
  • Creme com 1% de cortisona, como Diprogenta ou Dermazine
  • Pasta d’água exatamente em cima das bolhas, tendo o cuidado de não estourar
  • Loção pós sol refrescante de aloe vera

Evite coçar o corpo em caso de queimaduras.

Para combater a coceira pode-se tomar um banho frio e passar bastante hidratante nas regiões afetadas, pois ao coçar a pele as bolhas da queimadura podem estourar causando mais dor.

Arboviroses

São doenças causadas pelos chamados arbovírus. Dentro deste grupo encontra-se o vírus da dengue.

Outros vírus do grupo arbovírus são: o Zika Vírus, Febre Chikungunya e a Febre Amarela

Esta classificação de vírus está relacionada com transmissões feitas por insetos ou aracnídeos (como aranhas e carrapatos, por exemplo).

Das 545 espécies existentes de arbovírus, 150 delas são responsáveis por causar doenças nos seres humanos

Hoje a expressão “Arboviroses” tem sido muito utilizada para referir-se as doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, embora não contemple somente estas doenças. 

As famílias do arbovírus causadoras de doenças em seres humanos, e o que cada uma delas causa: 

  • Bunyavírus: responsáveis por causar febre hemorrágica, esta é a família dos hantavírus.
  • Togavírus: nesta família de vírus encontra-se a febre chikungunya.
  • Flavivírus: esta é rica em doenças, estão inclusas nesta categoria doenças como o Zika vírus, dengue, febre amarela, entre outras.

Existem outras famílias dos arbovírus que são responsáveis por causar doenças principalmente em animais.

Os sintomas das arboviroses

Os diversos sintomas existentes nas arboviroses podem ter grande variação, pois eles tem em comum apenas uma característica, que é a transmissão por artrópodes.

Mas dentro de algumas classificações de arboviroses é possível encontrar sintomas semelhantes, listamos alguns deles aqui para você:

  • Febre
  • Dor de cabeça
  • Mal-estar
  • Dor nas articulações
  • Manchas vermelhas e erupções na pele
  • Náuseas e vômito.

Existirá uma variação na intensidade de cada sintoma dependendo da doença que for contraída. 

Em caso de dengue por exemplo, as dores de cabeça costumam sempre serem mais fortes.

O Zika Vírus pode trazer ao paciente um quadro de conjuntivite sem secreção, mas os olhos ficarão inchados e avermelhados.

No Zika vírus o paciente raramente apresentará febre. 

No vírus da Chikungunya o paciente poderá ter fortes dores nas articulações.

Fica notável que há semelhanças entre as doenças, mas também existem muitas diferenças, fazendo com que algumas apresente dores mais fortes em alguns pontos específicos.

O tratamento contra as arboviroses

Novamente estamos diante de doenças que não possuem um tratamento específico. 

Os vírus desta doença costumam ter uma vida curta no organismo do paciente, embora causem infecções agudas. 

Mas existem medicamentos e tratamentos para combater os sintomas e ajudar na amenização dos mesmos. 

Lembrando que para determinadas doenças do grupo das arboviroses, como a dengue e o Zika vírus, o paciente não poderá ingerir certos medicamentos. 

Nós já falamos sobre eles anteriormente, na parte dos medicamentos contraindicados em caso de dengue.

O Papel do Farmacêutico no combate às doenças mais comuns no verão

Os farmacêuticos são os profissionais da saúde muito próximos da população, normalmente ao alcance de qualquer pessoa que puder consultar uma farmácia ou drogaria. 

É muito importante que este profissional esteja engajado na luta contra estas doenças. 

Papéis que o profissional farmacêutico pode exercer e ajudar no combate e na prevenção de tais doenças são, por exemplo:

  • Repassar informações para os pacientes
  • Esclarecer os riscos da automedicação
  • Orientar sobre a necessidade de buscar ajuda médica
  • Educar e orientar a população quanto ao combate a prevenção de doenças
  • Orientar sobre o o tratamento dos sintomas das diferentes doenças aqui apresentadas
  • Ser referência para a população

E você, é um profissional da área farmacêutica? 

Como você tem contribuído no combate a estas doenças que falamos hoje aqui? Deixe seu comentário no final deste post, vamos gostar muito de saber sua opinião. 

Se você gostou do post de hoje, contribua para que todas estas informações alcance outras pessoas, e possam ajudar de alguma forma elas. 

Basta compartilhar este artigo usando os botões que estão logo abaixo.

E se você quiser saber como nós da Doctor ajudamos os profissionais farmacêuticos e a indústria farmacêutica, basta clicar aqui para ver nossos serviços.

Ficamos por aqui, abraço e até a próxima!

Não vá embora ainda...

Conte para nós o que você achou deste conteúdo

Cadastre-se gratuitamente em nossa lista de leitores e seja notificado com exclusividade a cada novo post ou material publicado.

WhatsApp chat