A Vacina contra o Coronavírus no Brasil

A Vacina contra o Coronavírus no Brasil

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Nos últimos meses um dos assuntos mais falado era sobre a vacina contra a COVID-19, doença causada pelo novo coronavírus

Grande parte da população mundial está mergulhada neste assunto, seja os profissionais que trabalham para descobrir uma vacina eficaz, como também as pessoas que estão preocupadas querendo que suas vidas voltem a normalidade. 

Por isto, hoje a Doctor buscou reunir neste artigo algumas informações, entre as que temos até o momento em que este está sendo escrito, sobre o andamento da vacina contra o coronavírus no Brasil.

Veja o que vem por aí: 

Sem mais delongas, vamos ao que interessa. 

 

A corrida pela Vacina contra a COVID-19

Muitos países estão na luta para ver quem consegue obter a vacina eficaz contra a COVID-19

É uma briga para saber quem desenvolve a vacina primeiro e então possa garantir a saúde de sua população. 

Temos atualmente algumas empresas e países nesta briga, como: 

  • China, com a empresa Sinovac Biotech
  • Estados Unidos, operação Warp Speed
  • Rússia, com a vacina Sputnik

A empresa chinesa, Sinovac Biotech, possui um acordo com o Instituto Butantan que fica em São Paulo, que tem como objetivo realizar um ensaio clínico envolvendo aproximadamente 9 mil profissionais da saúde.

Se tudo der certo, a empresa forneceria ao Brasil 60 milhões de doses da vacina

Nos EUA o gasto com as pesquisas e testes da vacina contra a Covid-19, já bateu a marca dos US$ 5 bilhões. 

Atualmente os testes das vacinas já estão sendo realizados em pessoas, são cerca de 130 vacinas contra o coronavírus sendo produzidas no mundo. 

Na corrida mundial pela fabricação de uma vacina eficaz contra o coronavírus, temos também a versão produzida pela Universidade de Oxford, na Inglaterra.

Esta é candidata a ser uma das primeiras no pódio, pois até a própria Organização Mundial da Saúde (OMS) comentou que a vacina produzida pela Oxford, em parceria com a farmacêutica AstraZeneca, em termos de desenvolvimento era uma das mais avançadas no mundo.

Não existe, porém, até o momento provas de que alguma vacina funcione, comprovando sua real eficácia.

Folha informativa COVID-19, atualizada em 04 de Setembro de 2020

A folha informativa da COVID-19, atualizada em 04 de setembro de 2020, disponibilizada pelo escritório da OPAS e da OMS no Brasil, trás as seguintes informações: 

  • A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou, em 30 de janeiro de 2020, que o surto da doença causada pelo novo coronavírus (COVID-19) constitui uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional – o mais alto nível de alerta da Organização, conforme previsto no Regulamento Sanitário Internacional. Em 11 de março de 2020, a COVID-19 foi caracterizada pela OMS como uma pandemia.
  • Foram confirmados no mundo 26.171.112 casos de COVID-19 (285.387 novos em relação ao dia anterior) e 865.154 mortes (6.014 novas em relação ao dia anterior) até 4 de setembro de 2020.
  • Na Região das Américas, 8.246.237 pessoas que foram infectadas pelo novo coronavírus se recuperaram, conforme dados de 2 de setembro de 2020.
  • A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a OMS estão prestando apoio técnico ao Brasil e outros países, na preparação e resposta ao surto de COVID-19.
  • Medidas de proteção: lavar as mãos frequentemente com água e sabão ou álcool em gel e cobrir a boca com o antebraço quando tossir ou espirrar (ou utilize um lenço descartável e, após tossir/espirrar, jogue-o no lixo e lave as mãos).
  • Se uma pessoa tiver sintomas menores, como tosse leve ou febre leve, geralmente não há necessidade de procurar atendimento médico. A pessoa pode ficar em casa, fazer autoisolamento (conforme as orientações das autoridades nacionais) e monitorar os sintomas. Procure atendimento médico imediato se tiver dificuldade de respirar ou dor/pressão no peito.

O número de casos confirmados no mundo, até a data da atualização deste informativo, era de 26.171.112 (vinte e seis milhões, cento e setenta e um mil, cento e doze). 

Já o número de mortes estava em 865.154 (oitocentos e sessenta e cinco mil, cento e cinquenta e quatro).

A OPAS, Organização Pan-Americana da Saúde, apoia diariamente as ações do Ministério da Saúde do Brasil com relação à COVID-19. 

A resposta da OPAS com relação a vacina contra o coronavírus, é que não existe ainda uma vacina nem medicamento antiviral específico que previna ou trate a COVID-19. 

Segundo a organização, as pessoas que estiverem infectadas devem receber os devidos cuidados para aliviar os sintomas. 

Já as pessoas que estiverem com doenças mais graves, precisam ser hospitalizadas. 

A OPAS relata que atualmente estão sendo investigadas possíveis vacinas e alguns tratamentos específicos com medicamentos, através de testes e ensaios clínicos. 

Segundo eles, a OMS está na linha de frente coordenando esforços para desenvolver vacinas e medicamentos que previnam e tratem da Covid-19. 

As medidas de prevenção atualmente ainda estão focadas em higiene e distanciamento.

Infográfico sobre Formas de Prevenção contra o Coronavírus

Vacina CoronaVac em fase 3 de testes

No final de agosto a China aprovava a vacina da empresa Sinovac, para uso emergencial em profissionais da saúde, que tinham maior risco de contaminação. 

A vacina atualmente está em fase 3 dos testes, testada inclusive em voluntários no Brasil.

Nas fases 1 e 2 da vacina, os resultados foram, no geral, positivos, garantindo uma proteção de 95% após 28 dias. 

Não houve nenhum efeito colateral grave que comprovasse uma falha na segurança do medicamento.

A vacina CoronaVac foi produzida com vírus inativados, que tem como objetivo modificar o vírus do novo coronavírus (Sars-Cov-2), deixando-o assim não infectante.

A fase 3 está atualmente em andamento e deve durar aproximadamente seis meses

Segundo o site Folha de São Paulo, o diretor do Instituto Butantan Dimas Tadeu Covas, afirmou que se os resultados da fase 3 forem favoráveis, a vacinação poderá iniciar já em janeiro de 2021.

A vacina russa Sputnik V

No dia 11 de Agosto, a Rússia se tornou o primeiro país a fazer o registro oficial de uma vacina contra a Covid-19

Houve discussões mundiais sobre a eficácia da mesma, mas segundo o presidente russo, Vladimir Putin, a vacina é eficaz. 

A Rússia tem como objetivo vacinar todos os profissionais da saúde, depois os professores e pessoas integrantes do grupo de risco. 

A vacina tem previsão de ser produzida em massa nos meses de setembro e a aplicação deverá começar a acontecer em outubro. 

Não há, porém, um estudo científico publicado sobre os testes realizados da vacina Sputnik V

O site Olhar Digital, publicou um artigo em que constava a entrevista com Raquel Stucchi, Infectologista da unicamp e Consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia, e afirmava que vacina russa usou um modelo falho para avaliação de sua eficácia. 

Segundo o site e a infectologista, não tem como comprovar se os anticorpos criados nos voluntários que receberam a vacina surgiram pelo medicamento, ou por outro tipo de exposição.

De acordo com a infectologista não há como saber se a vacina é mesmo eficaz

Segundo o site e a médica, o ideal é que a vacina passe pela fase 3, sendo aplicada em milhares de pessoas

Um processo que pode levar anos para ser concluído e mesmo assim pode acarretar em complicações para as pessoas imunizadas. 

Mas, segundo a infectologista, somente após esta aplicação em mais voluntários, poderia ser tirada alguma conclusão.

Você que é leitor da Doctor, sabe da importância de garantir a qualidade em medicamentos fabricados, para a segurança do paciente final.

Coronavirus e COVID-19

O coronavirus é uma grande família de vírus que pode causar doenças tanto em humanos como em animais. 

O novo agente do coronavírus foi descoberto em 31/12/19 após casos registrados na China, ele é responsável por causar a doença chamada de COVID-19.

Os primeiros coronavírus humanos foram isolados pela primeira vez em 1937. No entanto, foi em 1965 que o vírus foi descrito como coronavírus, em decorrência do perfil na microscopia, parecendo uma coroa.

A maioria das pessoas se infecta com os coronavírus comuns ao longo da vida, sendo as crianças pequenas mais propensas a se infectarem com o tipo mais comum do vírus. 

Os coronavírus mais comuns que infectam humanos são o alpha coronavírus 229E e NL63 e beta coronavírus OC43, HKU1.

Em humanos, sabe-se que vários coronavírus causam infecções respiratórias que variam do resfriado comum a doenças mais graves, como a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS) e a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS).

Os coronavírus são zoonóticos, o que significa que são transmitidos entre animais e pessoas.

Investigações detalhadas descobriram que o SARS-CoV foi transmitido de gatos da cidade para humanos e o MERS-CoV de camelos dromedários para humanos. 

Vários coronavírus conhecidos estão circulando em animais que ainda não infectaram humanos. 

Sinais comuns de infecção incluem sintomas respiratórios, febre, tosse, falta de ar e dificuldades respiratórias

Em casos mais graves, a infecção pode causar pneumonia, síndrome respiratória aguda grave, insuficiência renal e até morte.

As recomendações padrão para impedir a propagação da infecção incluem lavagem regular das mãos, cobertura de boca e nariz ao tossir e espirrar, cozinhar bem a carne e os ovos

Evite contato próximo com qualquer pessoa que apresente sintomas de doenças respiratórias, como tosse e espirros.

COVID-19 é a doença infecciosa causada pelo coronavírus descoberto mais recentemente. Este novo vírus e doença eram desconhecidos antes do início do surto em Wuhan, China, em dezembro de 2019.

A Covid-19 é a doença que causou a pandemia, tornando 2020 um ano complicado e triste para toda a população mundial.

A pandemia já demonstra sinais de que está chegando ao fim. Ainda assim, para muitos ela só encerrará com a descoberta e comprovação de uma vacina realmente eficaz. 

Como não há ainda uma vacina, as formas de prevenção contra a Covid-19 ainda estão focadas em higienização e distanciamento

Por isto você pode fazer o download gratuito do infográfico da Doctor Quality sobre as formas de prevenção contra o coronavírus.

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Forte abraço!

Infográfico sobre Formas de Prevenção contra o Coronavírus

Não vá embora ainda...

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